Marcus R. Epprecht

Marcus iniciou sua carreira na Swiss Bank Corporation, hoje predecessora da UBS AG, em 1985. Sua carreira global incluiu cargos como Gerente de Private Banking, Representante no Brasil e Gerente de Equipes do Brasil com sede em Nova York e Miami. Nas últimas duas décadas, Marcus desenvolveu uma ampla rede dentro do setor financeiro da América Latina e diversos outros através de relacionamentos de clientes de longa data e trabalha com várias empresas-alvo e indivíduos.

Sebastian Derungs

Sebastian começou sua carreira como fiduciário, fornecendo serviços de contabilidade e fiscais para pessoas ricas e pequenas e médias empresas. Mais tarde, trabalhou no UBS Card Center, onde era responsável pela consolidação, relatórios financeiros normativos e otimização de processos contábeis. Antes de ingressar na Parkview em 2012, Sebastian era gerente comercial de uma cadeia de varejo na Suíça, onde foi responsável por marketing, comunicação, contabilidade financeira e controladoria.

Fundações e Doações

Garantia de Alinhamento

Embora as decisões de gestão do patrimônio privado sejam tipicamente feitas pela família ou proprietário dos bens individual, uma fundação ou doação é administrada por um comitê de investimentos dedicado que atua com papel fiduciário.

Serviços para Single Family Offices

Dedicando um Single Family Office para certas funções administrativas e capacitando um Multi-Family Office para supervisionar as outras pode proporcionar um elegante equilíbrio de controle interno e independência. A família mantém flexibilidade máxima para gerenciar suas próprias operações enquanto desfruta dos conhecimentos e recursos do Multi-Family Office.

Um Single ou um Multi-Family office?

Independência e Objetividade 

À primeira vista, pode parecer que um Single Family Office, livre da influência de instituições financeiras ou estranhos será mais independente. No entanto, existem riscos envolvidos. Sem controles cuidadosos de governança, as decisões de investimento podem ser indevidamente influenciadas por amigos, conselheiros ou familiares com qualificações limitadas. O resultado é uma objetividade diminuída, que pode gerar potenciais conflitos e reduzir o desempenho do investimento.

Por que um Family Office?

Já no século VI, a nobreza italiana tinha Major Domos se encarregando de assuntos domésticos e financeiros. Hoje, as famílias ricas estão mais globais do que nunca, e muitas vezes dependem de equipes profissionais para navegar nessas responsabilidades cada vez mais complexas.

Os benefícios são abundantes.